Rita e Roberto.

 


Você assistiu a esses dois juntos?



Ora, ora, no mesmo dia o segundo post destacando um músico escorpiano (antes o Belchior, agora o Roberto, marido da Rita).

A Rita faz parte da minha vida. Faz. Não fez, faz. Ela é imortal.

E aí que Rita foi ficar mais perto de Deus e conheci o Roberto.

Ah, o Roberto! Alguém me diz se é possível não ficar completamente encantado com o relacionamento desses dois? A completa devoção desse homem pela Rita é algo que eu passei a vida tentando me convencer de não existe, que é pra nem ter expectativa.

Certa vez, em 1º de fevereiro de 2020, eu estava e um retiro espiritual para a conclusão da minha formação em constelação familiar.

Naquele sábado eu fiz uma oração pedindo a Deus que tirasse de mim a expectativa que eu carregava desde criança de viver um amor maior. Expliquei pra Deus que já tinha entendido que aquilo não era possível, que eram expectativas infantis. 

Cheguei no alpendre da casa e um casal de por volta dos 60 e tantos anos, há décadas juntos, estavam contando sobre o amor à primeira vista deles e de como com o passar dos anos esse amor só aumentou e a paixão nunca acabou. Brincadeira, né? Eu tinha acabado de pedir! haha Ou Deus era sádico ou não estava prestando atenção no meu pedido.

Talvez eu ainda tenha expectativas infantis, mas... depois de tudo que eu vivi na vida, eu percebi que quando o assunto é relacionamento... Daqui pra frente, eu vou preferir ficar sozinha a entrar em relacionamentos em que eu não sinta que aquilo que eu sou capaz de entregar também poderei receber. Se for pedir demais ser amada como Rita foi por Roberto e amar como Rita amou Roberto, então é isso. Seguirei pedindo demais. Eu sei que um amor como o desses dois não é pra qualquer um, mas segundo minha mãe, eu não sou qualquer uma mesmo. 

Na pior das hipóteses, seguirei curtindo minha própria companhia, que, por sinal, gosto muito.

(Sério, assistam as entrevistas com esses dois.)




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